sexta-feira, 29 de maio de 2009

FONDUE ERÓTICO


Hoje é sexta-feira, está frio e nossos amigos estão nos convidando para um fondue erótico. Adoro essas experiências. Quem inventou esse jogo/jantar foi o Nando, meu marido. Estávamos com uns amigos em Curitiba ao redor de uma panela de fondsue e o Nando se lembrou de uma história que leu muitos anos atrás, num gibi do Asterix. Lá, quem perdesse o pão na panela de queijo derretido ganhava um castigo. No nosso jogo, perde uma peça de roupa. Adoro essa brincadeira -- e sempre aproveito para fazer um charme. Se sou a primeira a perder todas as peças, dou sempre um jeito de provpcas tesão nos meninos. Uma forma difernte de tirar a calcinha e de chamar atenção para meu corpo.

Se você gosta de swing, experimente essa brincadeira. É uma delícia.

terça-feira, 26 de maio de 2009

O RECORDE QUE NUNCA PERSEGUI

Algumas amigas que não frequentam o swing morrem de curiosidade a respeito do que rola dentro das casa. Uma delas, muito querida, vive me criticando por transar com outras pessoas na frente de meu marido -- mas aproveita todas as oportunidades que tem para pular a cerca e trair o marido dela. Enfim, cada um sabe de si, não é mesmo?
A pergunta mais frequente que essas amigas me fazem é: com quantos eu já fiquei numa mesma noite. Esse tipo de contabilidade, convenhamos, nunca me interessou. Às vezes, eu e o Nando vamos a uma casa especializada e não ficamos com ninguém. Em outras, ficamos com um ou dois casais. Não existe uma regra clara de comportamento num meio onde "tudo é permitido, mas nada é obrigatório." Mas, quer saber? Vou contar: já fiquei com seis caras e duas meninas numa mesma noite. Oito, sem contar o Nando. Foi numa festa num sítio que uns conhecidos nossos alugaram. Havia mais de trinta casais.
Nessas festas as pessoas transam mais do que nas casas. Ninguém vai ali para conhecer ou apenas para olhar. Todo mundo que vai, vai para curtir todas as possibilidades que o swing oferece.
Quando eu e o Nando chegamos, já estavam lá os organizadores e mais ou menos uns 10 casais. Começamos a bebericar e, daí a pouco, comecei a me exibir. Tirei o sutiã e meus seios ficaram cobertos apenas pela blusa transparente que os deixava à mostra. Abri os botões laterais de minha saia e minha coxa esquerda ficou toda de fora. Ah! Estava sem calcinha. Exibida e oferecida como estava, não demorou que os casais se aproximassem de nós. Fomos para o interior da casa, onde havcia quartos preparados para os casais que quisessem transar. Estávamos eu e Nando mais dois casais. Os dois caras vieram para cima de mim e, ali, dei conta dos dois primeiros. Nando ficou apenas com uma menina.
Nessas festas, nós, mulheres, levamos vantagem sobre nossos maridos. Acho que a razão de existir tanto bi-feminino no nosso meio é a seguinte: nossa capacidade de transar é maior do que a deles. Quando estamos com tesão ninguém nos segura. Como nossos maridos demoram mais do que nós a recuperar o pique, transamos com outras mulheres para não perder o tesão. Simples assim. Voltamos para o salão. Enquanto Nando bebericava um uísque, um rapaz se aproximou de mim. Me abraçou por trás. Olhei para o meu marido e ele fez sinal de positivo: "vá em frente." Fomos eu, ele e a mulher para um quartinho. Éntramos e logo outros dois casais vieram nos fazer companhia. Eu já tinha transado com dois dos caras quando o Nando foi me procurar e participou também da festa. Eu já havia transado com quatro: os dois da primeira vez e os dois dessa, quando uma das meninas se aproximou de mim. Fizemos um meia-nove delicioso. Ele tinha um gosto bom e um cheiro suave... delícia. E sabia usar a língua como poucas. A vantage de ser chupada por outra mulher é essa: ela sabe exatamente o que fazer para nos levar à loucura. Enquanto eu estava por cima dela, um carinha veio por trás de mim e... Não sei! Acho que aquela foi a única vez que alguém entrou em mim pela porta dos fundos sem pedir licença. Quando voltamos para a sala, o clima já estava totalmente descontraído. Descansei um pouco. Começou a tocar uma música lenta e uma mulher mais ou menos da minha idade, apenas de calcinha e sandália de salto, me tirou para dançar. Ficamos as duas ali, juntinhas, com as bocas coladas e as mãos explorando os corpos uma da outra. Ela desabotoou minha saia e, como estava sem calcinha, fiquei nua no meio do salão. Ela se ajoelhou diante de mim e começou a me chupar ali mesmo. Gemi tanto que todo mundo reparou. Gozei muito.
Por mim, pararia ali mesmo. Vesti minhas roupas e fui procurar o Nando. Quando entrei num dos quartos, ele estava de pé, comendo uma menina que, de quatro, chupava o pau de um cara que soube depois ser o marido dela. Cheguei, beijei a boca do meu marido. O outro cara tirou o pau da boca da mulher e se aproximou de mim. Arrancou as minhas roupas, me pôs de quatro, vestiu uma camisinha e entrou de uma vez só. Ora, direis, ouvi estrelas. Ouvi, vi e cherei as estrelas. Uma pegada maravilhosa, firme. O sexto danoite.
Depois eu conto o respo.

segunda-feira, 25 de maio de 2009

MEIA NOVE PARA PRINCIPIANTES E VETERANOS


Hoje em dia, pouca gente sabe fazer um bom meia nove. Eu adoro, mas sou a primeira a reconhecer: é difícil mesmo. A sensação de uma boca nos chupando é forte demais para que, ao mesmo tempo, concentremos no que estamos fazendo com a nossa boca. Vale para homens e mulheres. Uma amiga me deu uma dica que experimentei nesse último final de semana, com um amigo com quem nos encontramos num clube de swing. É simples: esqueça o que o outro está fazendo e concentre na sua parte... Quando vem a sensação, é uma explosão de sentidos. Você é pega de surpresa pelo próprio gozo. Comigo deu certo. Experimente.

MÃOS DE FADA


Sou uma ótima punheteira. Desde antes de começar a transar, já gostava de me divertir sentindo os meninos crescerem em minhas mãos. Adorava perceber como aquele pedaço de pele e nervos, molinho por natureza, ganhava força e endurecia na minha mão. Minha mão sempre terminava molhada... Com o tempo, aprendi a movimentar as mãos e desenvolvi uma técnica de punheta que leva os homens à loucura. E venho me aperfeiçoando nessa arte há um tempão -- a ponto de ser reconhecida como uma mestre nesse assunto. O homem de um casal swinger que transa conosco de vez em quando sempre pede para eu fazê-lo gozar com minhas mãos. Chega a ser engraçado: um cara que frequenta ambiente onde há dezenas de mulheres capazes de dar para ele o prazer que ele quiser, por onde ele quiser entrar, sempre pede para eu bater uma para ele. E eu faço com o maior prazer.

Minha técnica é simples. Em primeiro lugar, passou lubrificante íntimo nas minhas mãos. Depois, o seguro com firmeza. Suas mãos não podem deslizar -- precisam se manter firmes em torno dele. E a função do KY é evitar que o atrito de suas mãos com o pau do mocinho o deixem machucado. Com ele firme, apenas a minha mão se movimenta, para baixo e para cima. O braço fica imóvel. Depois, é só controlar a velocidade. E levá-lo à loucura.

PAPAI-MAMÃE


Muita gente não gosta, mas eu sou chegada na mais clássica de todas as posições na cama: o papaí-mamãe. O homem por cima, eu por baixo, com as pernas abertas. Às vezes, quando o cara é muito bom, eu o envolvo com minhas pernas e, assim, ganho alguns centímetros a mais. Muita gente acha que o papai-mamãe é sinômimo de sexo caseiro e sem criatividade. Não acho. Se há carinho envolvido, se há tesão na parada, se há vontade de dar prazer ao outro, então não existem regras -- e o papai-mamãe se torna a forma mais evoluída de sexo.

NOSSOS FETICHES


Às vezes o Nando me pede para ir a uma festa comum ou para sair com amigos que não sabem de nossa identidade secreta de minissaia e sem calcinha por baixo. Não sei: a certeza de saber que que estou sem nada por baixo e que, de vez em quando cruzo as pernas enquanto converso com as pessoas faz com ele me me veja como a Sharon Stone, em Instinto Selvagem. Muito antes disso virar moda, para atender a um pedido do Nando, passei a depilar toda a minha virilha: deixá-la carequinha. Hoje, me habituei -- e nem me lembro mais de como ela era quanto tinha pêlos. Nando adora.

Temos muitos fetiches -- esse é um deles.

Sempre que saimos com casais amigos (que, como nós, traticam o swing), Nando pede que eu invente alguma moda diferente. Uma saia mais ousada, uma blusa semi-transparente, um par de botas que denunciam minhas intenções safadas. Uma vez, numa festa swinger na casa de uns amigos nossos, enquanto as pessoas ainda estavam de roupas e na fase do aquedimento, fui ao quarto e voltei usando apenas um colar de pérolas. E fiquei ali, entre os convidados, com uma taça de vinho na mão. Não é preciso dizer o efeito que isso causou entre os convidados.
Faço tudo o que meu marido me pede -- e ele não cansa de me dar provas rígidas de seu amor.

quinta-feira, 21 de maio de 2009

A IMPORTÃNCIA DA "PEGADA" E O MEU CARIOQUINHA


Tenho uma amiga muito querida que sabe tudo sobre minha vida, mas nunca fez swing. Conto para ela o que vivo nos clubes e nas festas que frequento e ela quase sempre me reprova. Mas não consegue esconder a curiosidade e me enche de perguntas sobre os segredos de nosso meio. Outro dia, ela me perguntou do que eu mais gosto nessas situações de sexo coletivo que costumo pratica e éu não tive dúvidas em responder: "a pegada". Isso mesmo. Mais do que a transa, o ato sexual em si -- ou seja, a penetração e o orgasmo -- o que eu mais gosto é da esfregação e do excesso de mãos passeando pelo meu corpo nas preliminares das transas. Homem, para mim, tem que ter pegada -- mão firme, mas ao mesmo tempo suave. Tem que saber usá-la: não pode nos deixar livres mas também não pode nos prender. Tem que dosar a força: não pode nos machucar, mas não pode ter medo de nos afagar com energia. Alguns são especialistas. Outro dia, conhecemos no Rio de Janeiro um casal muito gracinha. O cara me pegou de um jeito tão gostoso, por trás, e passou a mão em mim de uma forma tão especial, que não posso deixar de lhe mandar um beijo:

- Carioquinha, um beijo para você! Você tem meu e-mail e meu número secreto. Quando quiser, é só ligar. Aí no Rio ou aqui em São Paulo, estou louca para repetirmos tudo. Tim-tim por tim-tim. Detalhe por detalhe...

GAROTAS E GAROTOS DE PROGRAMA


Mais ou menos três anos atrás, meu marido me deu de presente um garoto de programa. Sugeriu que eu entrasse na internet, visitasse os sites especializados e convocasse o rapazote que escolhesse. Pesquisei, escolhi um que me agradou e telefonei contratando os serviços do rapaz. Ele cobrou, na época, 200 reais.

A produção foi completa. Primeiro, eu e Nando nos hospedamos em um flat, em Moema. Nando ficaria num quarto, escondido, enquanto eu me divertiria sozinha com o moço. Uma câmera escondida registraria todo o encontro. Tudo rolou exatamente como imaginávamos -- o que não significa que tenha sido bom. Ele chegou, fez aquela cara de amante latino do tempo do cinema mudo e partiu para cima de mim fingindo um tesão exagerado. Sinceramente: nunca tive problemas para conseguir homens e, depois de ter transado com mais ou menos 200 caras diferentes ao longo de minha vida de solteira e de mulher swinger (um dia, darei o número exato), posso dizer que tenho uma experiência razoável e uma boa quilometragem. Conheço os machos da espécie. Portanto, digo com autoridade: esse profissional não me agradou. Se anunciava como bem-dotado e tudo o que eu posso dizer é: já vi maiores. Me tratava como se eu estivesse meses sem ver um pau e se preocupava mais em exibir bom desempenho e vigor do que em me agradar.

Às vezes dou risadas quando assisto à filmagem que fizemos naquela tarde (sim, foi num sábado à tarde.) O dispensei depois da primeira e convoquei o Nando para apagar o fogo que ficou aceso. Não tinha e continuo não tendo qualquer restrição moral a homens e mulheres que contratam pessoas para se satisfazer. Muito menos a quem se oferece para dar prazer em troca de dinheiro. Acho que dei azar. Ficamos de tentar de novo mas, confesso, essa idéia nunca mais foi ventilada entre nós.

Quem sabe um dia?
Não tenho nada contra garotos e garotas de programa, repito. Mas, às vezes, dependendo das circunstâncias, tenho nojo de quem os contrata. Uma coisa é ter uma relação mercantil com o sexo. A outra, sinceramente, é usar da possibilidade de contratação para tentar enganar os outros.
Nas casas de swing volta e meia aparece um babaca que, para se fingir de esperto, contrata uma garota de programa para se fazer passar por sua mulher ou sua namorada. Pensa que, assim, nos engana. Eu e minhas amigas os reconhecemos de longe e nem permitimos que se aproximem de nós. Eles vão para lá para tentar nos comer e oferecer as garotas profissionais a nossos maridos. Acho que não entendem o espírito do swing.
Quem entra nunca casa dessas não está atrás de sexo, mas de prazer. Dá para sacar a diferença?Swing é troca. É balanço, é movimento. É compatrilhar com outras pessoas aquilo que você tem de melhor. Prometo voltar a esse assunto qualquer dia desses.

segunda-feira, 18 de maio de 2009

AS ILUSTRAÇÕES DESTE BLOG











Eu adoro desenhar. Sou eu mesma que faço as ilustrações do meu blog, a partir de fotografias que tenham a ver com histórias que eu vivi. Alguns dos desenhos foram feitos com base em fotos minhas, outros com base em fotos de amigos. Outras, ainda, com base em fotos que eu recolho na rede e que tenham a ver com situações que eu vivi.




Veja o que acha de meus desenhos.

CAPA DE CHUVA, BOTAS E MAIS NADA


Outro dia, Nando viajou a trabalho e resolvi fazer uma surpresa para ele. Fui espera-lo no aeroporto vestindo uma capa de chuva e um par de botas que ele adora. E nada – absolutamente nada – por baixo. Ele chegou, nos abraçamos e, enquanto caminhávamos em direção ao estacionamento, abri rapidamente a capa e mostrei a ele que eu estava pelada sob aquele traje... Isso bastou para que ele começasse a ficar com tesão. No carro, ele abriu minha capa e, ao sairmos do aeroporto, eu já estava praticamente nua. Os vidros de nosso carro são bem escuros e as pessoas que passavam do nosso lado não faziam a menor idéia do que rolava lá dentro. Paramos naquele motelzinho que tem perto do aeroporto de Congonhas e foi ali que tudo aconteceu. Nossa! Foi uma noite inesquecível....

BAIXOU UMA JULIA ROBERTS EM MIM


Sempre gostei de surpreender meu marido. Acho que isso ajudou a manter o interesse dele por mim sempre aceso. Uma vez, meses antes de começarmos a fazer swing, fiz uma performance da qual ele nunca se esqueceu. Se você assistiu o filme “Uma linda mulher”, com Julia Roberts e Richard Gere, certamente se lembra da cena em que a personagem Vivian espera pelo Edward Lewis usando apenas um par de sapatos e uma gravata. Como as crianças estavam viajando, resolvi fazer duas surpresas para o Nando meu marido. A primeira foi atender um antigo desejo dele e eliminar todos os pelos de minha virilha. Desde então, sempre a deixo carequinha. A segunda foi esperar por ele nua, usando apenas uma gravata e um par de sapatos...
Se deu certo? Claro que deu...

FETICHE POR SAPATOS



Tenho fetiche por sapatos. Meu marido adora me ver pelada calçando um par de sapatos de salto. Muitas vezes, quando vamos às festas swingers e o clima esquenta, tiro minha roupa e desfilo entre os convidados nua, apenas de meias e sapatos. Às vezes, com um colar de pérolas. Peguei a mania pelos sapatos muito cedo, mas ela aumentou muito depois que comecei a praticar o swing. O que uma coisa tem a ver com a outra? Nada. Foi apenas uma coincidêndia. Tenho muitos pares de sapatos e sandálias para todas as ocasiões. Adoro saltos. Amo saltos...

FINAL DE SEMANA SURPREENDENTE


Este final de semana, eu e meu marido fomos à chácara de um casal amigo, num lugar ali pelos lados de Atibaia. Não estávamos com idéia de fazer swing – até porque, além de nós e dos donos da casa (com quem já transamos umas duas ou três vezes) iria um terceiro casal. A dona da casa nos disse que eles não eram do babado. Chegamos, fomos dar uma volta a pé pelo condomínio onde fica a chácara e, logo depois, rolou um churrasquinho. Fomos dar uma cochilada e à noite, como estava friozinho, nosso anfitrião resolveu acender a lareira. Abrimos uma garrafa de vinho e, logo depois, outra. O papo começou a ficar animado. Nossos maridos foram para a varanda e nós três ficamos conversando perto do fogo. Foi quando a menina que, segundo nossa amiga, não era do babado, entrou no assunto:
― No sábado passado nós fomos a um lugar incrível.
― Mesmo? Perguntou a anfitriã. Onde foi?
― Ah, disse a outra meio sem jeito, fica lá em Moema. É uma casa para casais.
A conversa logo ficou quente. Ela nos contou que foram a uma casa de swing e ficaram com um casal. Eu e a anfitrião trocamos olhares de cumplicidade. Quem me conhece sabe que, quando eu fico animada, mordo levemente o lábio inferior com os dentes de cima. Quando os homens voltaram para dentro, a conversa já estava quente. Eles sacaram e entraram no clima. Resolvemos, então, fazer a brincadeira de girar a garrafa. É assim: a gente se assenta em círculo e a cada rodada uma das pessoas gira uma garrafa vazia. Aquele que girou a garrafa faz uma pergunta para quem foi apontado pelo gargalo. O apontado, além de responder, tem que tirar uma peça de roupa. Com a sala quentinha pelo calor da lareira não haveria problema nenhum em ficar pelada.
O anfitrião foi o primeiro a girar a garrafa e o homem do casal novato o primeiro a responder. Ele perguntou o que o amigo sentiu quando viu o outro cara transar com a mulher dele. O cara respondeu que sentiu uma mistura de ciúmes com tesão. É exatamente o que a maioria dos maridos sentem quando vêem suas mulheres nos braços de outros caras. O jogo esquentou. As perguntas foram ficando cada vez mais picantes e as roupas iam saindo de nossos corpos com rapidez.
Quando eu girei a garrafa e ela apontou para a novata, perguntei se havia rolado alguma coisa entre ela e outra garota na casa de swing. Enquanto ela se levantava para tirar a última pela de roupa que tinha no corpo, a calcinha, disse que havia rolado uma passadinha de mão, nada além disso. Mas que gostaria de experimentar.
Não sei porque perguntei isso. Já fiquei com garotas no meio swinger – o bi entre mulheres é muito comum no nosso meio e eu não sou uma exceção. Mas não está entre minhas modalidades preferidas de prazer. Mas aquela menina tinha um magnetismo diferente, que me atraiu desde o primeiro minuto. Eu ainda estava de calcinha e sutiã. Quando a novata girou a garrafa e ela apontou em minha direção, ela perguntou na lata:
― Você quer ser a primeira menina de minha vida?
Não respondi nada. Apenas me levantei, caminhei na direção dela, fiz com que ela se levantasse e ali mesmo dei um beijo demorado na boca dela. Foi uma delícia. A partir desse momento, ninguém mais quis saber de girar a garrafa. O grupo se dividiu em dois. Em um deles, eu e a novata ficamos com o dono da casa. No outro, meu marido e o novato deram prazer à anfitriã. Foi uma loucura...
Eu e a menina nos entendemos às mil maravilhas. Houve um momento em que ela de deitou de costas sobre a mesa da sala. Enquanto nosso anfitrião, de pé, a comia, eu me posicionei com as pernas abertas sobre o rosto dela. A língua dela me levou à loucura. Muito Enquanto isso, meu marido e o novato davam um trato na dona da casa – um pela porta da frente. O outro, pela porta dos fundos.

FINAL DE SEMANA SURPREENDENTE (´parte 2)


Depois que todos gozamos, demos um tempo para os rapazes recuperarem a energia. Os grupos de alteraram. Meu marido e a dona da casa foram para o lado da novata. Eu fiquei com o novato e o anfitrião. Ele começaram a me acariciar e, dali a pouco, era eu quem recebia um deles (o novato) na frente e o outro (o anfitrião) por trás. Eu simplesmente adoro essa sensação. Outro dia escrevi aqui que eu adoro ser penetrada por trás. O que eu não disse – até porque, não precisava – foi que eu vou à loucura quando tenho dois à minha disposição. Me lembro até hoje a primeira vez que isso rolou: foi na casa de uma amiga nossa (que era nossa vizinha) logo que eu e o Nando entramos para o babado. Eu acho essa sensação incrível...
Os dois não gozaram logo. Depois, o novato pediu para trocar de lugar com o anfitrião. Foi até legal. O novato se deitou no chão da sala, eu me sentei sobre ele e movi o corpo com jeito até guardá-lo inteirinho dentro de mim. Então, ajeitei o corpo e o dono da casa me penetrou pela frente...
Foi um orgasmo poderoso. O dia já estava clareando quando fomos para o quarto. Eu e Nando logo apagamos. Acordamos ali por volta de uma da tarde e, antes de irmos embora, ainda deu tempo de transar mais uma vez com o dono da casa, enquanto o Nando se entendia com a novata e o marido dela, com a anfitriã...
Para um final de semana que não prometia nada além de descanso numa chácara, foi uma delícia.

sexta-feira, 15 de maio de 2009

O MAPA DA MINA


Adoro narrar minhas transas: guiá-lo com palavras pelos caminhos que mais me dão prazer... Não tenho vergonha de pedir: "Beije meus seios!" "Passe as mãos em minha bunda!" "Passe a língua em mim!". Na hora que ele vai me beijar entre as pernas, não me acanho em orientá-lo! Cá entre nós: poucos são os homens que sabem nos dar prazer com a língua. Eu digo exatamente como quero que ele faça: mostro o lugar que, tocado da forma certa, fará com que eu me sinta a mais feliz das criaturas. Dito o ritmo: "mais devagar", "mais depressa."

Cada homem tem um jeito, um ritmo e uma forma de passar a língua. Algumas línguas são mais macias, outras são mais ásperas, outras são mais fortes. Cada uma delas nos dá o prazer num ritmo e numa intensidade diferentes.

Eu adoro ser chupada. E você?

Um beijo carinhoso,

Leyla

O SEGREDO DE UM BOM BOQUETE!


Olhe com admiração para tudo o que você colocará dentro de sua boca. Tudo. Olhe com carinho e atenção, acaricie-o, sinta o cheiro. Se a forma e o perfume forem do seu agrado, não hesite: vá em frente. O boquete é uma das armas mais poderosas que uma mulher tem à sua disposição para levar um homem à loucura. Eu adoro fazer: é a única coisa que me faz ficar de joelhos diante de um homem.

Ao contrário de algumas amigas, que primeiro passam a língua pela barriga e pelas coxas do parceiro antes de chegar ao ponto que interessa eu vou direto ao alvo: passo a língua pela cabecinha e depois a envolvou com meus lábios. O seguro com uma das mãos para que ele não se mexa. Minha cabeça é que sobe, desce e dita o ritmo nos momentos iniciais. Deixo-o bem molhado com a minha saliva. Isso facilita as coisas.

Depois, interrompo o que estou fazendo e, aí sim, passeio com minha língua pelas coxas. Me detenho alguns minutos em carinhos no saco. Bem de leve para não machucar. Enquanto isso, minha mão se movimenta com suavidade.

Gosto de fazer o parceiro chegar ao fim, gozar na minha boca. Isso me faz sentir poderosa, não sei... Na época em que discutia com meu marido a possobilidade de irmos ou não a uma casa de swing, perguntei o que ele acharia se visse outro homem gozar na minha boca. A única restrição que ele impês foi a seguinte: não gostaria de sentir o sabor do cara em minha boca. Mas não se importaria se eu desse a outros um prazer que - ele sabe por experiência própria - sei dar muito bem.

Não faço o estilo "garganta profunda" - não precisa. Isso me incomoda e, com certeza, também incomoda os homens: 90% do prazer que o homem sente durante o boquete está na cabecinha. O resto é detalhe que se resolve com a mão. Movimento minha cabeça e minhas mãos com suavidade, no mesmo ritmo. Adoro senti-lo despejar em minha boca aquele líquido viscoso e quente. Na maioria das vezes, deixo que ele escorra pelo canto de minha boca. Em outras, eu engulo.

Beijo para você,

Leyla

O SEGREDO DA PORTA DOS FUNDOS


No começo, confesso, a idéia de dar o cu não me agradava nem um pouco. Eu tinha um certo preconceito contra essa forma de prazer - pensava que fosse coisa de mulheres caretas que queriam levar uma vida sexual ativa e guardar a virgindade para entregar ao marido na noite de núpcias. Isso era muito comum na minha época, acredite. Depois que comecei a transar, com 18 anos, passei tempos e tempos dizendo não aos meninos que me pediam para entrar pela porta dos fundos. Até uma noite em que - veja só que chique - lendo as cartas que o escritor irlandês Jaymes Joyce escreveu para sua mulher, Nora Barnacle, me dei conta de que essa pode ser uma forma de prazer como outra qualquer. Joyce dizia com todas as letras que comeria o cuzinho de Nora quando a encontrasse novamente. E descrevia detalhe por detalhe como faria isso... confesso que fiquei com vontade de experimentar.

Hoje eu adoro. Tem até um poema da Adélia Prado que fala do tema. Veja que gracinha:


Objeto de Amar

]

De tal ordem é e tão precioso

o que devo dizer-lhes

que não posso guardá-lo

sem que me oprima a sensação de um roubo:

cu é lindo!


Fazei o que puderdes com esta dádiva.

Quanto a mim dou graças

pelo que agora sei

e, mais que perdôo, eu amo.


Eu também amo! Sentir aquela sensação poderosa nos invadindo em um ponto sensível e vulnerável do nosso corpo nos deixa sublimadas. Nos transform em mulheres mais poderosas do que ousamos ser. Algumas amigas dizem que não dão o cu porque isso dói. Eu digo: se você não tiver medo, não doerá.

Relaxe: de ladinho pode ser a melhor forma de começar a praticar essa arte. Use um bom lubrificante. Eu gosto do KY Hot. Algumas amigas preferem o convencional, que é geladinho. Tem gente que usa òleo Johnson's, azeite de oliva, manteigã Aviação (sem sal!). Relaxe. Na hora que ele quiser entrar, abra bem a boca. Duvido que você consiga ficar o cu contraído se estiver com a boca bem aberta. No mais, aproveite. Isso é muito bom. Uma delícia. Curta e desfrute.

POR QUE ESTE BLOG?


Já fazem alguns anos que eu e meu marido, Nando, entramos pela primeira vez numa casa de swing. Quem quis ir pela primeira vez foi ele e, confesso, fui tremendo de medo do que poderia acontecer. Desde aquela primeira noite, no entanto, um mundo novo se abriu diante de nós. Rolou de tudo. Tudo o que pode rolar em ambientes como esse. Nos tormamos frequentadores assíduos de baladas e festas swingueiras, embora jamais tenhamos nos ligado aos grupos que surgiram nos clubes. Temos amigos em todos eles, já fomos a festas de todos e adoramos algumas das pessoas que conhecemos na night.

Hoje, vamos menos às baladois do que íamos no início, mas de vez em quando, aparecemos para curtir todo o prazer que esse estilo de vida proporciona. Quem entra nesse meio sabendo onde está pisando descobre uma fonte capaz de proporcionar prazer em grandes quantidades. É para falar deste prazer e manter sempre acesa a chama do tesão que meu marido e eu descobrimos em nossos relacionamentos com outros casais que também praticam essa arte. Sim: arte. Não existe palavra que defina melhor o que praticamos nesse clubes.

Quando um casal que se ama se abre para a possibilidade de transar com outras pessoas, a descoberta é fantástica maravilhosa, sensacional. Venha conosco nessa viagem.

Um beijo, Leyla.