segunda-feira, 18 de maio de 2009

FINAL DE SEMANA SURPREENDENTE


Este final de semana, eu e meu marido fomos à chácara de um casal amigo, num lugar ali pelos lados de Atibaia. Não estávamos com idéia de fazer swing – até porque, além de nós e dos donos da casa (com quem já transamos umas duas ou três vezes) iria um terceiro casal. A dona da casa nos disse que eles não eram do babado. Chegamos, fomos dar uma volta a pé pelo condomínio onde fica a chácara e, logo depois, rolou um churrasquinho. Fomos dar uma cochilada e à noite, como estava friozinho, nosso anfitrião resolveu acender a lareira. Abrimos uma garrafa de vinho e, logo depois, outra. O papo começou a ficar animado. Nossos maridos foram para a varanda e nós três ficamos conversando perto do fogo. Foi quando a menina que, segundo nossa amiga, não era do babado, entrou no assunto:
― No sábado passado nós fomos a um lugar incrível.
― Mesmo? Perguntou a anfitriã. Onde foi?
― Ah, disse a outra meio sem jeito, fica lá em Moema. É uma casa para casais.
A conversa logo ficou quente. Ela nos contou que foram a uma casa de swing e ficaram com um casal. Eu e a anfitrião trocamos olhares de cumplicidade. Quem me conhece sabe que, quando eu fico animada, mordo levemente o lábio inferior com os dentes de cima. Quando os homens voltaram para dentro, a conversa já estava quente. Eles sacaram e entraram no clima. Resolvemos, então, fazer a brincadeira de girar a garrafa. É assim: a gente se assenta em círculo e a cada rodada uma das pessoas gira uma garrafa vazia. Aquele que girou a garrafa faz uma pergunta para quem foi apontado pelo gargalo. O apontado, além de responder, tem que tirar uma peça de roupa. Com a sala quentinha pelo calor da lareira não haveria problema nenhum em ficar pelada.
O anfitrião foi o primeiro a girar a garrafa e o homem do casal novato o primeiro a responder. Ele perguntou o que o amigo sentiu quando viu o outro cara transar com a mulher dele. O cara respondeu que sentiu uma mistura de ciúmes com tesão. É exatamente o que a maioria dos maridos sentem quando vêem suas mulheres nos braços de outros caras. O jogo esquentou. As perguntas foram ficando cada vez mais picantes e as roupas iam saindo de nossos corpos com rapidez.
Quando eu girei a garrafa e ela apontou para a novata, perguntei se havia rolado alguma coisa entre ela e outra garota na casa de swing. Enquanto ela se levantava para tirar a última pela de roupa que tinha no corpo, a calcinha, disse que havia rolado uma passadinha de mão, nada além disso. Mas que gostaria de experimentar.
Não sei porque perguntei isso. Já fiquei com garotas no meio swinger – o bi entre mulheres é muito comum no nosso meio e eu não sou uma exceção. Mas não está entre minhas modalidades preferidas de prazer. Mas aquela menina tinha um magnetismo diferente, que me atraiu desde o primeiro minuto. Eu ainda estava de calcinha e sutiã. Quando a novata girou a garrafa e ela apontou em minha direção, ela perguntou na lata:
― Você quer ser a primeira menina de minha vida?
Não respondi nada. Apenas me levantei, caminhei na direção dela, fiz com que ela se levantasse e ali mesmo dei um beijo demorado na boca dela. Foi uma delícia. A partir desse momento, ninguém mais quis saber de girar a garrafa. O grupo se dividiu em dois. Em um deles, eu e a novata ficamos com o dono da casa. No outro, meu marido e o novato deram prazer à anfitriã. Foi uma loucura...
Eu e a menina nos entendemos às mil maravilhas. Houve um momento em que ela de deitou de costas sobre a mesa da sala. Enquanto nosso anfitrião, de pé, a comia, eu me posicionei com as pernas abertas sobre o rosto dela. A língua dela me levou à loucura. Muito Enquanto isso, meu marido e o novato davam um trato na dona da casa – um pela porta da frente. O outro, pela porta dos fundos.

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