quinta-feira, 21 de maio de 2009

A IMPORTÃNCIA DA "PEGADA" E O MEU CARIOQUINHA


Tenho uma amiga muito querida que sabe tudo sobre minha vida, mas nunca fez swing. Conto para ela o que vivo nos clubes e nas festas que frequento e ela quase sempre me reprova. Mas não consegue esconder a curiosidade e me enche de perguntas sobre os segredos de nosso meio. Outro dia, ela me perguntou do que eu mais gosto nessas situações de sexo coletivo que costumo pratica e éu não tive dúvidas em responder: "a pegada". Isso mesmo. Mais do que a transa, o ato sexual em si -- ou seja, a penetração e o orgasmo -- o que eu mais gosto é da esfregação e do excesso de mãos passeando pelo meu corpo nas preliminares das transas. Homem, para mim, tem que ter pegada -- mão firme, mas ao mesmo tempo suave. Tem que saber usá-la: não pode nos deixar livres mas também não pode nos prender. Tem que dosar a força: não pode nos machucar, mas não pode ter medo de nos afagar com energia. Alguns são especialistas. Outro dia, conhecemos no Rio de Janeiro um casal muito gracinha. O cara me pegou de um jeito tão gostoso, por trás, e passou a mão em mim de uma forma tão especial, que não posso deixar de lhe mandar um beijo:

- Carioquinha, um beijo para você! Você tem meu e-mail e meu número secreto. Quando quiser, é só ligar. Aí no Rio ou aqui em São Paulo, estou louca para repetirmos tudo. Tim-tim por tim-tim. Detalhe por detalhe...

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