terça-feira, 26 de maio de 2009

O RECORDE QUE NUNCA PERSEGUI

Algumas amigas que não frequentam o swing morrem de curiosidade a respeito do que rola dentro das casa. Uma delas, muito querida, vive me criticando por transar com outras pessoas na frente de meu marido -- mas aproveita todas as oportunidades que tem para pular a cerca e trair o marido dela. Enfim, cada um sabe de si, não é mesmo?
A pergunta mais frequente que essas amigas me fazem é: com quantos eu já fiquei numa mesma noite. Esse tipo de contabilidade, convenhamos, nunca me interessou. Às vezes, eu e o Nando vamos a uma casa especializada e não ficamos com ninguém. Em outras, ficamos com um ou dois casais. Não existe uma regra clara de comportamento num meio onde "tudo é permitido, mas nada é obrigatório." Mas, quer saber? Vou contar: já fiquei com seis caras e duas meninas numa mesma noite. Oito, sem contar o Nando. Foi numa festa num sítio que uns conhecidos nossos alugaram. Havia mais de trinta casais.
Nessas festas as pessoas transam mais do que nas casas. Ninguém vai ali para conhecer ou apenas para olhar. Todo mundo que vai, vai para curtir todas as possibilidades que o swing oferece.
Quando eu e o Nando chegamos, já estavam lá os organizadores e mais ou menos uns 10 casais. Começamos a bebericar e, daí a pouco, comecei a me exibir. Tirei o sutiã e meus seios ficaram cobertos apenas pela blusa transparente que os deixava à mostra. Abri os botões laterais de minha saia e minha coxa esquerda ficou toda de fora. Ah! Estava sem calcinha. Exibida e oferecida como estava, não demorou que os casais se aproximassem de nós. Fomos para o interior da casa, onde havcia quartos preparados para os casais que quisessem transar. Estávamos eu e Nando mais dois casais. Os dois caras vieram para cima de mim e, ali, dei conta dos dois primeiros. Nando ficou apenas com uma menina.
Nessas festas, nós, mulheres, levamos vantagem sobre nossos maridos. Acho que a razão de existir tanto bi-feminino no nosso meio é a seguinte: nossa capacidade de transar é maior do que a deles. Quando estamos com tesão ninguém nos segura. Como nossos maridos demoram mais do que nós a recuperar o pique, transamos com outras mulheres para não perder o tesão. Simples assim. Voltamos para o salão. Enquanto Nando bebericava um uísque, um rapaz se aproximou de mim. Me abraçou por trás. Olhei para o meu marido e ele fez sinal de positivo: "vá em frente." Fomos eu, ele e a mulher para um quartinho. Éntramos e logo outros dois casais vieram nos fazer companhia. Eu já tinha transado com dois dos caras quando o Nando foi me procurar e participou também da festa. Eu já havia transado com quatro: os dois da primeira vez e os dois dessa, quando uma das meninas se aproximou de mim. Fizemos um meia-nove delicioso. Ele tinha um gosto bom e um cheiro suave... delícia. E sabia usar a língua como poucas. A vantage de ser chupada por outra mulher é essa: ela sabe exatamente o que fazer para nos levar à loucura. Enquanto eu estava por cima dela, um carinha veio por trás de mim e... Não sei! Acho que aquela foi a única vez que alguém entrou em mim pela porta dos fundos sem pedir licença. Quando voltamos para a sala, o clima já estava totalmente descontraído. Descansei um pouco. Começou a tocar uma música lenta e uma mulher mais ou menos da minha idade, apenas de calcinha e sandália de salto, me tirou para dançar. Ficamos as duas ali, juntinhas, com as bocas coladas e as mãos explorando os corpos uma da outra. Ela desabotoou minha saia e, como estava sem calcinha, fiquei nua no meio do salão. Ela se ajoelhou diante de mim e começou a me chupar ali mesmo. Gemi tanto que todo mundo reparou. Gozei muito.
Por mim, pararia ali mesmo. Vesti minhas roupas e fui procurar o Nando. Quando entrei num dos quartos, ele estava de pé, comendo uma menina que, de quatro, chupava o pau de um cara que soube depois ser o marido dela. Cheguei, beijei a boca do meu marido. O outro cara tirou o pau da boca da mulher e se aproximou de mim. Arrancou as minhas roupas, me pôs de quatro, vestiu uma camisinha e entrou de uma vez só. Ora, direis, ouvi estrelas. Ouvi, vi e cherei as estrelas. Uma pegada maravilhosa, firme. O sexto danoite.
Depois eu conto o respo.

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