
Já fazem alguns anos que eu e meu marido, Nando, entramos pela primeira vez numa casa de swing. Quem quis ir pela primeira vez foi ele e, confesso, fui tremendo de medo do que poderia acontecer. Desde aquela primeira noite, no entanto, um mundo novo se abriu diante de nós. Rolou de tudo. Tudo o que pode rolar em ambientes como esse. Nos tormamos frequentadores assíduos de baladas e festas swingueiras, embora jamais tenhamos nos ligado aos grupos que surgiram nos clubes. Temos amigos em todos eles, já fomos a festas de todos e adoramos algumas das pessoas que conhecemos na night.
Hoje, vamos menos às baladois do que íamos no início, mas de vez em quando, aparecemos para curtir todo o prazer que esse estilo de vida proporciona. Quem entra nesse meio sabendo onde está pisando descobre uma fonte capaz de proporcionar prazer em grandes quantidades. É para falar deste prazer e manter sempre acesa a chama do tesão que meu marido e eu descobrimos em nossos relacionamentos com outros casais que também praticam essa arte. Sim: arte. Não existe palavra que defina melhor o que praticamos nesse clubes.
Quando um casal que se ama se abre para a possibilidade de transar com outras pessoas, a descoberta é fantástica maravilhosa, sensacional. Venha conosco nessa viagem.
Um beijo, Leyla.
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