segunda-feira, 15 de junho de 2009

POSIÇÕES IMPROVÁVEIS E O TAMANHO DO MENINO


Fomos, neste final de semana, a um clube de swing aqui em São Paulo. Fazia tempo que não íamos. Gosto desse tipo de ambiente: todos mundo repleto de intenções claras. Depois de alguns anos fazendo troca de casais, sou capaz de identificar, de longe, quem está ali a sério e quem quer apenas se aproveitar da liberalidade dos casais. Carinha que vai a uma casa de swing acompanhado por uma garota de programa, cá pra nós, não tem chance com os casais mais experientes.

Eu adoro aquele ambiente de mulheres se oferendo e homens com cara de gulosos que há nas casas de swing. Só não gosto, muitas vezes, do desconforto que existe naquelas cabines. Trepar nesses ambientes é muito difícil... exige posições mágicas e um senso de equilúbrio que, num motel ou mesmo na cama da gente, é desnecessário.

Eu e Nando fomos ao clube porque era aniversário de um casal amigo nosso. Nós nunca tínhamos ficado juntos, mas umas amigas minhas já haviam dito que ele era tamanho XXL. Eu nunca liguei muito para o tamanho do pau dos carinhas com quem eu fico - mas, confesso, aprecio os bem-dotados. Logo que chegamos, nosso amigo me abraçou e eu pude sentir o tamanho dele contra meu corpo. Brinquei:

- Você está animadinho, heim?

- Quem não fica animado com uma mulher como você? ele sussurrou no meu ouvido.

Confesso: há muito tempo eu não sentia a sensação adolescente de ficar com tesão por causa das bobagens que os homens falam ao meu ouvido. Mas, nesse dia, fiquei molhadinha na hora...

Nando se ajeitou com a mulher dele e, dali a pouco, fomos para a cabine. Foi uma delícia...

Não deixei ele ficar com mais ninguém naquela noite. Fiz ele funcionar três vezes. E já combinamos: nesta semana vamos os quatro ao motel...

segunda-feira, 1 de junho de 2009

POR TRÁS: JEITOS QUE EU AMO

Adoro, como já disse mil vezes, rececer visitas pela porta dos fundos. É uma sensação maravilhosa. Este final de semana, aconteceu outra vez e de um jeito novo. Resolvi, então, fazer um post com os jeitos que eu mais gosto de dar o cuzinho. Todos são deliciosos, desde que ele esteja lubrificado e que o parceiro seja carinhoso. A prijneura providência, portanto, é pedir que ele ponha o lubrificante e que - se você não estiver relaxada - prepare a festa colocando um ou mais dedos antes de colocar o pau. Isso ajuda a abrir espaço. E não se esqueça: camisinha sempre!
POR TRÁS, MAS DE FRENTE PARA ELE - Nunca tinha feito assim. Fiz este final de semana, num fondue erótico na casa de uns amigos (veja post anterior) e adorei. Me sentei numa mesa e, depois de me lubrificar, ele veio, se encaixou em mim e penetrou centímetro por centímetro. Foi uma sensação fortíssima, tão boa que repeti a dose com meu marido depois que chegamos em casa. Vou experimentar outras vezes.

DE QUATRO (E SUAS VARIAÇÕES) - É a minha posição preferida. Posso estar com as mãos ou com os cotovelos apoiados ou, como na ilustração abaixo, com os seios sobre a cama. Não importa. O que interessa, nesse caso, é estar com os joelhos dobrados, as pernas abertas e bem relaxada. Os homens gostam mais dessa posição do que das outras. Assim que, assim, ficamos mais entregues. Pode ser. Acho, no entanto, que essa posição nos oferece uma vantagem: é fácil sair se não estivermos gostando...





DE BRUÇOS - Ficar de bruços é o papai-mamãe do sexo anal. Nove entre dez mulheres têm sua primeira experiência por trás nessa posição. Comigo não foi diferente - e até hoje eu provo de vez em quando. As pernas precisam estar abertas e relaxadas. Ele vai controlar todo o movimento.


NA MESA - Debruce sobre a mesa como se você fosse o prato principal. Pode ser na mesinha de centro (como na ilustração abaixo) desde que ela seja resistente e firme. Nessa posição você fica completamente passiva, não tem para onde fugir. Portanto, utilize-a apenas com um parceiro em quem tenha total confiança.

DE LADINHO - Muito bom. Nessa posição, ele pode ficar deitado atrás de você ou ajoelhado. Abra bem a boca (isso é fundamental em qualquer posição) pois, assim, fica mais difícil contrair o cuzinho -- ele fica mais relaxado.


SENTADA SOBRE ELE - Nessa posição, é você quem controla o ritmo e a rapidez da penetração. Depois de encher seu cuzinho de KY ou de outro lubrificante qualquer, coloque-se sobre ele, posicione-se bem e desça o corpo devagar (como eu prefiro) ou depressa (como já vi muita gente fazer). Algumas amigas dizem que essa posição é a que permite mais relaxamento. É uma das minhas prediletas.
















sexta-feira, 29 de maio de 2009

FONDUE ERÓTICO


Hoje é sexta-feira, está frio e nossos amigos estão nos convidando para um fondue erótico. Adoro essas experiências. Quem inventou esse jogo/jantar foi o Nando, meu marido. Estávamos com uns amigos em Curitiba ao redor de uma panela de fondsue e o Nando se lembrou de uma história que leu muitos anos atrás, num gibi do Asterix. Lá, quem perdesse o pão na panela de queijo derretido ganhava um castigo. No nosso jogo, perde uma peça de roupa. Adoro essa brincadeira -- e sempre aproveito para fazer um charme. Se sou a primeira a perder todas as peças, dou sempre um jeito de provpcas tesão nos meninos. Uma forma difernte de tirar a calcinha e de chamar atenção para meu corpo.

Se você gosta de swing, experimente essa brincadeira. É uma delícia.

terça-feira, 26 de maio de 2009

O RECORDE QUE NUNCA PERSEGUI

Algumas amigas que não frequentam o swing morrem de curiosidade a respeito do que rola dentro das casa. Uma delas, muito querida, vive me criticando por transar com outras pessoas na frente de meu marido -- mas aproveita todas as oportunidades que tem para pular a cerca e trair o marido dela. Enfim, cada um sabe de si, não é mesmo?
A pergunta mais frequente que essas amigas me fazem é: com quantos eu já fiquei numa mesma noite. Esse tipo de contabilidade, convenhamos, nunca me interessou. Às vezes, eu e o Nando vamos a uma casa especializada e não ficamos com ninguém. Em outras, ficamos com um ou dois casais. Não existe uma regra clara de comportamento num meio onde "tudo é permitido, mas nada é obrigatório." Mas, quer saber? Vou contar: já fiquei com seis caras e duas meninas numa mesma noite. Oito, sem contar o Nando. Foi numa festa num sítio que uns conhecidos nossos alugaram. Havia mais de trinta casais.
Nessas festas as pessoas transam mais do que nas casas. Ninguém vai ali para conhecer ou apenas para olhar. Todo mundo que vai, vai para curtir todas as possibilidades que o swing oferece.
Quando eu e o Nando chegamos, já estavam lá os organizadores e mais ou menos uns 10 casais. Começamos a bebericar e, daí a pouco, comecei a me exibir. Tirei o sutiã e meus seios ficaram cobertos apenas pela blusa transparente que os deixava à mostra. Abri os botões laterais de minha saia e minha coxa esquerda ficou toda de fora. Ah! Estava sem calcinha. Exibida e oferecida como estava, não demorou que os casais se aproximassem de nós. Fomos para o interior da casa, onde havcia quartos preparados para os casais que quisessem transar. Estávamos eu e Nando mais dois casais. Os dois caras vieram para cima de mim e, ali, dei conta dos dois primeiros. Nando ficou apenas com uma menina.
Nessas festas, nós, mulheres, levamos vantagem sobre nossos maridos. Acho que a razão de existir tanto bi-feminino no nosso meio é a seguinte: nossa capacidade de transar é maior do que a deles. Quando estamos com tesão ninguém nos segura. Como nossos maridos demoram mais do que nós a recuperar o pique, transamos com outras mulheres para não perder o tesão. Simples assim. Voltamos para o salão. Enquanto Nando bebericava um uísque, um rapaz se aproximou de mim. Me abraçou por trás. Olhei para o meu marido e ele fez sinal de positivo: "vá em frente." Fomos eu, ele e a mulher para um quartinho. Éntramos e logo outros dois casais vieram nos fazer companhia. Eu já tinha transado com dois dos caras quando o Nando foi me procurar e participou também da festa. Eu já havia transado com quatro: os dois da primeira vez e os dois dessa, quando uma das meninas se aproximou de mim. Fizemos um meia-nove delicioso. Ele tinha um gosto bom e um cheiro suave... delícia. E sabia usar a língua como poucas. A vantage de ser chupada por outra mulher é essa: ela sabe exatamente o que fazer para nos levar à loucura. Enquanto eu estava por cima dela, um carinha veio por trás de mim e... Não sei! Acho que aquela foi a única vez que alguém entrou em mim pela porta dos fundos sem pedir licença. Quando voltamos para a sala, o clima já estava totalmente descontraído. Descansei um pouco. Começou a tocar uma música lenta e uma mulher mais ou menos da minha idade, apenas de calcinha e sandália de salto, me tirou para dançar. Ficamos as duas ali, juntinhas, com as bocas coladas e as mãos explorando os corpos uma da outra. Ela desabotoou minha saia e, como estava sem calcinha, fiquei nua no meio do salão. Ela se ajoelhou diante de mim e começou a me chupar ali mesmo. Gemi tanto que todo mundo reparou. Gozei muito.
Por mim, pararia ali mesmo. Vesti minhas roupas e fui procurar o Nando. Quando entrei num dos quartos, ele estava de pé, comendo uma menina que, de quatro, chupava o pau de um cara que soube depois ser o marido dela. Cheguei, beijei a boca do meu marido. O outro cara tirou o pau da boca da mulher e se aproximou de mim. Arrancou as minhas roupas, me pôs de quatro, vestiu uma camisinha e entrou de uma vez só. Ora, direis, ouvi estrelas. Ouvi, vi e cherei as estrelas. Uma pegada maravilhosa, firme. O sexto danoite.
Depois eu conto o respo.

segunda-feira, 25 de maio de 2009

MEIA NOVE PARA PRINCIPIANTES E VETERANOS


Hoje em dia, pouca gente sabe fazer um bom meia nove. Eu adoro, mas sou a primeira a reconhecer: é difícil mesmo. A sensação de uma boca nos chupando é forte demais para que, ao mesmo tempo, concentremos no que estamos fazendo com a nossa boca. Vale para homens e mulheres. Uma amiga me deu uma dica que experimentei nesse último final de semana, com um amigo com quem nos encontramos num clube de swing. É simples: esqueça o que o outro está fazendo e concentre na sua parte... Quando vem a sensação, é uma explosão de sentidos. Você é pega de surpresa pelo próprio gozo. Comigo deu certo. Experimente.

MÃOS DE FADA


Sou uma ótima punheteira. Desde antes de começar a transar, já gostava de me divertir sentindo os meninos crescerem em minhas mãos. Adorava perceber como aquele pedaço de pele e nervos, molinho por natureza, ganhava força e endurecia na minha mão. Minha mão sempre terminava molhada... Com o tempo, aprendi a movimentar as mãos e desenvolvi uma técnica de punheta que leva os homens à loucura. E venho me aperfeiçoando nessa arte há um tempão -- a ponto de ser reconhecida como uma mestre nesse assunto. O homem de um casal swinger que transa conosco de vez em quando sempre pede para eu fazê-lo gozar com minhas mãos. Chega a ser engraçado: um cara que frequenta ambiente onde há dezenas de mulheres capazes de dar para ele o prazer que ele quiser, por onde ele quiser entrar, sempre pede para eu bater uma para ele. E eu faço com o maior prazer.

Minha técnica é simples. Em primeiro lugar, passou lubrificante íntimo nas minhas mãos. Depois, o seguro com firmeza. Suas mãos não podem deslizar -- precisam se manter firmes em torno dele. E a função do KY é evitar que o atrito de suas mãos com o pau do mocinho o deixem machucado. Com ele firme, apenas a minha mão se movimenta, para baixo e para cima. O braço fica imóvel. Depois, é só controlar a velocidade. E levá-lo à loucura.

PAPAI-MAMÃE


Muita gente não gosta, mas eu sou chegada na mais clássica de todas as posições na cama: o papaí-mamãe. O homem por cima, eu por baixo, com as pernas abertas. Às vezes, quando o cara é muito bom, eu o envolvo com minhas pernas e, assim, ganho alguns centímetros a mais. Muita gente acha que o papai-mamãe é sinômimo de sexo caseiro e sem criatividade. Não acho. Se há carinho envolvido, se há tesão na parada, se há vontade de dar prazer ao outro, então não existem regras -- e o papai-mamãe se torna a forma mais evoluída de sexo.