
Fomos, neste final de semana, a um clube de swing aqui em São Paulo. Fazia tempo que não íamos. Gosto desse tipo de ambiente: todos mundo repleto de intenções claras. Depois de alguns anos fazendo troca de casais, sou capaz de identificar, de longe, quem está ali a sério e quem quer apenas se aproveitar da liberalidade dos casais. Carinha que vai a uma casa de swing acompanhado por uma garota de programa, cá pra nós, não tem chance com os casais mais experientes.
Eu adoro aquele ambiente de mulheres se oferendo e homens com cara de gulosos que há nas casas de swing. Só não gosto, muitas vezes, do desconforto que existe naquelas cabines. Trepar nesses ambientes é muito difícil... exige posições mágicas e um senso de equilúbrio que, num motel ou mesmo na cama da gente, é desnecessário.
Eu e Nando fomos ao clube porque era aniversário de um casal amigo nosso. Nós nunca tínhamos ficado juntos, mas umas amigas minhas já haviam dito que ele era tamanho XXL. Eu nunca liguei muito para o tamanho do pau dos carinhas com quem eu fico - mas, confesso, aprecio os bem-dotados. Logo que chegamos, nosso amigo me abraçou e eu pude sentir o tamanho dele contra meu corpo. Brinquei:
- Você está animadinho, heim?
- Quem não fica animado com uma mulher como você? ele sussurrou no meu ouvido.
Confesso: há muito tempo eu não sentia a sensação adolescente de ficar com tesão por causa das bobagens que os homens falam ao meu ouvido. Mas, nesse dia, fiquei molhadinha na hora...
Nando se ajeitou com a mulher dele e, dali a pouco, fomos para a cabine. Foi uma delícia...
Não deixei ele ficar com mais ninguém naquela noite. Fiz ele funcionar três vezes. E já combinamos: nesta semana vamos os quatro ao motel...
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